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  1. Sacro Império Romano-Germânico

    A capital do Sacro Império Romano-Germânico

    794Aachen, Alemanha, Sacro Império Romano-Germânico

    O Sacro Império Romano-Germânico nunca teve uma única capital permanente/fixa. Normalmente, o Sacro Imperador Romano-Germânico governava a partir de um local à sua escolha. Isto era chamado de sede imperial. As sedes do Sacro Imperador Romano-Germânico incluíram: Aachen (desde 794), Palermo (1220–1254), Munique (1328–1347 e 1744–1745), Praga (1355–1437 e 1576–1611), Bruxelas (1516–1556), Viena (1438–1576, 1611–1740 e 1745–1806) e Frankfurt am Main (1742–1744), entre outras cidades.

  2. Bibliotecas

    Bagdatikos

    794Bagdá, Iraque

    As primeiras bibliotecas em terras muçulmanas não eram necessariamente para o público, mas continham muito conhecimento. A necessidade de preservação do Alcorão, o livro sagrado muçulmano, e das Tradições de Maomé, o profeta do Islã, foi o que levou à coleta de escritos no mundo muçulmano. Onde as tradições e a história costumavam ser orais, a necessidade de preservar as palavras do Alcorão exigiu um método de preservação das palavras por algum meio que não fosse oral. As mesquitas, que eram o centro de tudo na vida cotidiana da sociedade muçulmana, tornaram-se também bibliotecas que armazenavam e preservavam todo o conhecimento, desde o Alcorão até livros sobre religião, filosofia e ciência. No século VIII, primeiro os iranianos e depois os árabes importaram a técnica de fabricação de papel da China, com uma fábrica de papel já em funcionamento em Bagdá em 794, então chamada Bagdatikos.

  3. Sacro Império Romano-Germânico

    A capital do Sacro Império Romano-Germânico

    794Aachen, Alemanha, Sacro Império Romano-Germânico

    O Sacro Império Romano-Germânico nunca teve uma única capital permanente/fixa. Normalmente, o Sacro Imperador Romano-Germânico governava a partir de um local à sua escolha. Isto era chamado de sede imperial. As sedes do Sacro Imperador Romano-Germânico incluíram: Aachen (desde 794), Palermo (1220–1254), Munique (1328–1347 e 1744–1745), Praga (1355–1437 e 1576–1611), Bruxelas (1516–1556), Viena (1438–1576, 1611–1740 e 1745–1806) e Frankfurt am Main (1742–1744), entre outras cidades.

  4. Bibliotecas

    Bagdatikos

    794Bagdá, Iraque

    As primeiras bibliotecas em terras muçulmanas não eram necessariamente para o público, mas continham muito conhecimento. A necessidade de preservação do Alcorão, o livro sagrado muçulmano, e das Tradições de Maomé, o profeta do Islã, foi o que levou à coleta de escritos no mundo muçulmano. Onde as tradições e a história costumavam ser orais, a necessidade de preservar as palavras do Alcorão exigiu um método de preservação das palavras por algum meio que não fosse oral. As mesquitas, que eram o centro de tudo na vida cotidiana da sociedade muçulmana, tornaram-se também bibliotecas que armazenavam e preservavam todo o conhecimento, desde o Alcorão até livros sobre religião, filosofia e ciência. No século VIII, primeiro os iranianos e depois os árabes importaram a técnica de fabricação de papel da China, com uma fábrica de papel já em funcionamento em Bagdá em 794, então chamada Bagdatikos.