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Mona Lisa

Perspetivas Históricas

1517
Itália e França

O registo de uma visita de outubro de 1517 por Luís de Aragão afirma que a Mona Lisa foi executada para o falecido Giuliano de' Medici, administrador de Leonardo no Palácio Belvedere entre 1513 e 1516 — mas isto foi provavelmente um erro. Segundo Vasari, a pintura foi criada para o marido da modelo, Francesco del Giocondo. Vários especialistas argumentaram que Leonardo fez duas versões (devido à incerteza quanto à sua datação e comissário, bem como ao seu destino após a morte de Leonardo em 1519, e à diferença de detalhes no esboço de Rafael — o que pode ser explicado pela possibilidade de ele ter feito o esboço de memória). O hipotético primeiro retrato, exibindo colunas proeminentes, teria sido encomendado por Giocondo por volta de 1503 e deixado inacabado na posse do aluno e assistente de Leonardo, Salaì, até à sua morte em 1524. O segundo, encomendado por Giuliano de' Medici por volta de 1513, teria sido vendido por Salaì a Francisco I em 1518 e é o que está no Louvre hoje. Outros acreditam que existiu apenas uma verdadeira Mona Lisa, mas estão divididos quanto aos dois destinos mencionados. A famosa pintura foi mantida no Palácio de Fontainebleau, onde permaneceu até Luís XIV a mudar para o Palácio de Versalhes, onde ficou até à Revolução Francesa. Em 1797, entrou em exibição permanente no Louvre.

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